<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-9211776481449182612</id><updated>2011-11-08T11:53:53.171-08:00</updated><title type='text'>Bones</title><subtitle type='html'>Go on, film the world before it happens.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>A. Caroline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910188469578036544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AULup4AdoYo/TaMujJnNrTI/AAAAAAAAAUU/MGFFtBAUQpg/s220/perf.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>15</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9211776481449182612.post-8713850795600557293</id><published>2011-11-08T11:50:00.000-08:00</published><updated>2011-11-08T11:53:53.200-08:00</updated><title type='text'>A Indústria do Medo e o Tráfico de Luxo</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O que acontece quando uma das necessidades básicas do ser humano esconde uma intrincada rede de interesses, sustentada por uma das maiores e mais monstruosas industrias da atualidade, que visa o lucro negligentemente, e se inseriu a tal ponto de virar um dos setores mais produtivos e lucrativos da estrutura capitalista? Uma indústria que vende a idéia do medo e oferece à população aquilo que ela pensa necessitar, em uma lógica inerente ao sistema. Certa vez, se foi dito “a diferença entre homens e animais, é de que o homem é um animal viciado em pílulas”. Não é coincidência que a toda poderosa indústria farmacêutica adquiriu ao longo do desenvolvimento humano uma força incalculável na sociedade mundial. Anos atrás, o diretor de uma das maiores empresas farmacêuticas do mundo fez declarações claras: disse que sonhava produzir medicamentos destinados as pessoas saudáveis, assim podendo contaminar ao mundo todo. Três décadas depois, o sonho tornou-se realidade. Caminhamos então para a produção de uma sociedade hipermedicada. E o que acontece quando se descobre que o interesse da indústria farmacêutica pela saúde é um mito?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Sabe-se que a indústria farmacêutica aparece na quarta colocação em volume de produção, perdendo dos Estados Unidos, França e Itália. O coordenador do Instituto Brasileiro de Defesa dos Usuários de Medicamentos, afirmou que hoje no Brasil não existe nenhum medicamento que tenha margem de lucro inferior a 600%. Segundo o presidente da Federação da Indústria Farmacêutica, o faturamento dessa indústria no Brasil atualmente é de R$ 25 bilhões de reais. Os dados revelam uma realidade bruta: as drogas farmacêuticas são desenvolvidas visando o mercado potencial, e não as necessidades da sociedade. A preocupação com a saúde da população fica em segundo plano, e a preservação dos lucros assume o papel que conscientemente deveria pertencer ao bem estar da população. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;A indústria farmacêutica, diferentemente do que se pensa, não tem sua produção baseada em pesquisas e desenvolvimento de melhorias e novos meios, mas sim, de uma fácil campanha de marketing que abate grande parte da população: a dispersão do medo. Casos de doenças são tratados como epidemias, os problemas rotineiros da vida tornaram-se problemas mentais.  Queixas são transformadas em síndromes. Pessoas saudáveis, aos poucos, são moldadas como doentes. A campanha farmacêutica explora os maiores medos do ser humano: a doença, a decadência e a morte.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O ato da medicação virou um vício humano. Tomar um medicamento tomou tanta influência, que mesmo uma pílula de açúcar sem poder ativo nenhum pode produzir efeitos benéficos a quem a toma, o famoso “efeito placebo”. Após a criação farmacêutica chamada de “drogas de estilo de vida”, houve uma mania exagerada pelo consumo de remédios como os de emagrecimento, antidepressivos, hipnóticos, e tantos outros, que causam a dependência, como qualquer outra droga barata. Mas poucos sabem disso, uma vez que a indústria tem controle total sobre as pesquisas, que abate os resultados negativos. Isso não é ciência, é propaganda. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O foco da indústria pela produção de remédios viciantes que englobem a maior parte da sociedade, e que torne o lucro exorbitante, causa um outro grave problema: doenças raras e de pouca rentabilidade são negligenciadas, não havendo interesse comercial em desenvolver suas curas. Essas doenças negligenciadas correspondem a 12% do impacto de doenças no planeta. Já as doenças cardiovasculares, que abrangem grande parte da população e para as quais 179 novas drogas foram criadas, há um impacto de apenas 11%. O problema, é que não é rentável sustentar pesquisas para remédios que combatam doenças que atinjam pequenas parcelas da população. É necessária a larga escala.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Há três anos, um pesquisador canadense descobriu que uma substância química comum e não tóxica, conhecida como DCA, inibia o crescimento de tumores cancerígenos em ratos. Ele testou as células cancerígenas em laboratório e conduziu os testes em humanos. Os resultados foram positivos, o tratamento com DCA pareceu estender a vida de quatro dos cinco participantes do estudo. O cientista não patenteou a descoberta. Mas não porque não quis. Então por que não ouvimos falar dela? Em um mundo onde uma droga patenteada para câncer chamada Avastin custa aos pacientes cerca de 80.000 dólares por ano, não há interesse em cura. Qual seria vantagem? Onde estaria o lucro?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Enquanto os governos gastam milhões em programas contra as drogas ilícitas, a indústria farmacêutica está investindo bilhões em pesquisas de novos medicamentos que tanto curam quanto matam. 20 mil brasileiros morrem a cada ano em decorrência do consumo de entorpecentes ou de crimes relacionados ao tráfico. Mas 24 mil morrem a cada ano em decorrência de intoxicação medicamentosa. Em 1999, ocorreu o massacre de Columbine, no Colorado, Estados Unidos. Enquanto o mundo discutia o porte de armas e o efeito das drogas na juventude, pouca repercussão ganhou o fato de que Eric Harris, um dos responsáveis pelo massacre, estava sob o efeito do antidepressivo Luvox, quando matou doze colegas e seu professor, antes de cometer suicídio. 17 mil estadounidenses morrem por ano pelo consumo de drogas ilícitas. Enquanto isso 250 mil morrem devido aos efeitos colaterais de drogas farmacêuticas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Isso não torna a indústria farmacêutica, financiada por governos e entidades, uma forma de tráfico de luxo? O fato de ela ser lícita não a torna correta. Nem justa. Não é coerente que pessoas morram pela falta de auxílio por não serem consideradas suficientemente lucrativas. Nem que pessoas sejam sentenciadas a uma vida de angústias a fim de alimentar uma máquina que visa injustamente apenas o seu crescimento. É necessário que medidas sejam tomadas para que haja o controle dessa indústria, que distorce pesquisas e mantém um monopólio de produção e comercialização, podendo assim manipular preços exorbitantes. É necessário que a população mundial tome medidas duras contra o comportamento negligente desse sistema, e que com o aumento dessa consciência, passe a ser possível combater o talvez único vírus atual que não necessita de nenhuma pílula: o vírus da ganância.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9211776481449182612-8713850795600557293?l=bonesonyourbones.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/feeds/8713850795600557293/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9211776481449182612&amp;postID=8713850795600557293&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/8713850795600557293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/8713850795600557293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/2011/11/industria-do-medo-e-o-trafico-de-luxo.html' title='A Indústria do Medo e o Tráfico de Luxo'/><author><name>A. Caroline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910188469578036544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AULup4AdoYo/TaMujJnNrTI/AAAAAAAAAUU/MGFFtBAUQpg/s220/perf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9211776481449182612.post-5046236284477854982</id><published>2011-06-11T04:31:00.000-07:00</published><updated>2011-06-11T04:36:02.362-07:00</updated><title type='text'>Disciplina é liberdade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt; 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&lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin-top:0cm;  mso-para-margin-right:0cm;  mso-para-margin-bottom:10.0pt;  mso-para-margin-left:0cm;  line-height:115%;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-theme-font:minor-fareast;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;“Longe dos olhos, longe do coração.” A educação brasileira parte dessa premissa. Esqueça as grandes promessas, desapegue-se dos sonhos. Entenda: quanto menos educação, menos acesso ao conhecimento. Quanto menor for o conhecimento, menor o senso crítico. Maior inércia geral. Maior acomodação popular. Maior legião de cabeças vazias. Moldam-se então aos padrões que lhes são passados. Como meros soldados de pedra, pagadores de impostos, mas sem direito aparente. Saiba, quando não se manda em si, alguém manda.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;A escola perdeu seu papel chave na formação de um cidadão, tanto quanto ser cidadão perdeu sua importância na sociedade ao longo dos anos. Perderam-se os valores, e o que antes era a estrutura base, virou um depósito de mentes – ocas mentes -. Um desinteresse passado de geração para geração, intensificado pela turbulência da atual sociedade. Fora das ruas, fora do perigo. “Conhecimento”, uma palavras de luxo. Mais o que se pode exigir. A cabeça é vazia, mas a barriga é cheia.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;De geração em geração o desinteresse é passado, assim como pela falta de incentivo profissional. Profissionais descontentes trabalham de acordo. Ensinar com eficiência deixa de ser um objetivo, uma vez que não se recebe condenscendentemente. Falta de incentivo causa a falta do aprimoramento. E assim, ocorreu o distanciamento de “escola” e “ensino”.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Engana-se quem pensa que o aumento do número de escolas causam melhoria na educação. Escolas são apenas estruturas. Apenas estruturas não formarão profissionais satisfeitos, conseqüentemente, não renovarão a sede pelo conhecimento, pelo aprimoramento, crescimento, amadurecimento, e por fim, pela mudança.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Não, não bastam ter escolas. Queremos de volta o termo “educação” como ele é. Queremos a – real - ânsia pela renovação, pelo amadurecimento geral, pela mudança. Não queremos cabeças contadas como num rebanho, nem números estatísticos. Queremos cabeças pensantes. Queremos conteúdo. Queremos ensino. Não escolas.&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(192, 192, 192); text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;_&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-size:85%;" &gt;Ao som de: Geração Coca-Cola - Legião Urbana&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9211776481449182612-5046236284477854982?l=bonesonyourbones.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/feeds/5046236284477854982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9211776481449182612&amp;postID=5046236284477854982&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/5046236284477854982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/5046236284477854982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/2011/06/disciplina-e-liberdade.html' title='Disciplina é liberdade'/><author><name>A. Caroline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910188469578036544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AULup4AdoYo/TaMujJnNrTI/AAAAAAAAAUU/MGFFtBAUQpg/s220/perf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9211776481449182612.post-1218577240732308411</id><published>2011-05-13T10:44:00.000-07:00</published><updated>2011-05-13T10:46:15.058-07:00</updated><title type='text'>Até quando?</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:trackmoves/&gt;   &lt;w:trackformatting/&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt; 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&lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-priority:99;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin-top:0cm;  mso-para-margin-right:0cm;  mso-para-margin-bottom:10.0pt;  mso-para-margin-left:0cm;  line-height:115%;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-theme-font:minor-fareast;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i style=""&gt;“As leis são sempre úteis aos que têm posses e nocivas aos que nada têm.” &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vai, vamos deixar de hipocrisia. Eu e você sabemos que a única maneira de o país sofrer uma pressão popular tão grande a ponto de obrigar o órgão que faz de gato e sapato a mim, a você, ao seu pai e ao seu avô, - e pelo andar dessa mula, fará também a grande maioria dos seus progenitores - a fazer alguma mudança que impeça que aconteça um tipo de confronto tão abalador que estremeça o relacionamento pão-e-circo da sociedade atual com o governo relapso que nos lidera, é quando a água bater na bunda da maioria, e todo mundo se ver REALMENTE afetado por toda essa cretinice que nos rodeia e que aparece estampado na nossa cara todos os dias. Quando você vê na TV multidões morrendo na fila da saúde pública e o filho do vizinho não tendo uma educação – PÚBLICA – de qualidade que supra toda a demanda que essa sociedade suja cobra, mas não te dá em troca, as situações não parecem merecedoras de alarde. Mas quando isso começa a bagunçar a sua vida, isso se torna diferente. Agora eu vou dar uma dica pra você que tá na espera disso acontecer: a água não tá mais batendo na sua bunda... você já tá&lt;b&gt; SE AFOGANDO.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center; line-height: normal; font-family: verdana;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i style=""&gt;Com tanta riqueza por aí onde é que está, cadê sua fração?&lt;br /&gt;Até quando esperar a plebe ajoelhar esperando a ajuda de Deus?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Você sabe o que são e por que você paga impostos? Eu vou te contar: os impostos são aquelas taxas que você paga pro governo e que em grande parte vêm embutidos secretamente em coisas cotidianas, como o seu salário, suas operações financeiras, suas compras e nas mercadorias que você almeja, mas que muitas vezes não são viáveis graças as grandes tavas a ela atribuídas. Ele serve pra que você tenha uma infraestrutura decente, educação de qualidade, saúde e segurança que tenham como resultado seu conforto. Mas na prática, sabe pra que servem os impostos no Brasil? Pro governo – legalmente - te assaltar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Enquanto o governo cobra taxas absurdas em cima de produtos importados, de circulação de mercadorias com altíssimas taxas que chegam a até 60% do valor do produto, impostos sobre A RENDA QUE VOCÊ GANHA TRABALHANDO e sobre as operações financeiras que VOCÊ faz sobre o dinheiro que é SEU, e mais cacetantos impostos que você paga e nem sabe que existem, sabem o que eles fazem com o dinheiro que ilusoriamente serviria pra sua qualidade de vida? Nada. Porque você, caro cidadão, é mais um peão no jogo que ELES criaram, e que não vai acabar tão cedo. Enquanto falta dinheiro nos serviços públicos básicos e no aumento de salário mínimo dos trabalhadores, os políticos brasileiros votam O PRÓPRIO aumento de salário, que vem do seu bolso, e sem nenhuma retribuição. E sinto dizer que esse é o roubo HONESTO, há muito além disso nesse joguete de interesses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A lógica é simples: o governo te suga e em troca te dá um grande e homérico “vire-se”, que é esquecido, quando o seu voto irresponsável e tão cretino quanto é necessário, o voto que vai eleger a mesma corja nojenta que te suga hoje, e que vai te sugar amanhã, depois de amanhã e nos dias seguintes. O que o governo faz com você tem nome: ESTUPRO CONSENTIDO. Porque você SABE o que ele tá fazendo, dia após dia, ano após ano e eleição após eleição, e não faz NADA que impeça isso de acontecer. E isso também tem nome, e não é impotência, não. É comodismo. Estamos demasiadamente acostumados a aceitar as situações calados, como súditos esperando ordens e decisões supremas de um Deus, que como todo bom Deus, não merece questionamentos da sua soberba sapiência, e a cada vez mais, nos fechamos em nossas bolhas isoladas ao mundo e escondemos a face entre as mãos. Longe dos olhos, longe do coração.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas como diria nosso grande amigo Rousseau, &lt;i style=""&gt;a força fez os primeiros escravos, a sua covardia, perpetuou-os. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Então sim, tá na hora de mostrar o quão forte pode ser a insatisfação de uma população e de uma geração que só tende a estar cada vez mais na mão de um sistema covarde que não liga pro seu bem estar e sim pros lucros que ele pode tirar em cima da sua inércia. Tá na hora de fazer pressão, mostrar que você não precisa ficar a mercê dessa gangue de mercenários corruptos, que pensam ser maiores do que toda uma sociedade honesta, que foi calada durante a ditadura militar e permanece estagnada desde então. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;E isso é papel da nova geração, se não aos moldes dos caras pintadas indo às ruas, aos moldes da sua própria realidade, usando as armas que ninguém conhece tanto quanto os mesmos: A MÍDIA. Tá na hora da nova geração passar sim a se importar com isso e quebrar o tabu de que política é coisa careta, porque eles tão te fazendo de idiota, e vão continuar te fazendo de idiota se você não abrir a cabeça, os olhos e a boca, e fazer o mundo te ouvir. Criticando e questionando, porque estamos todos na mesma areia movediça, e a coisa toda tá errada, mas tem conserto e ele depende do seu interesse e do seu protesto. Já passou da hora de pararmos de fingir que não vemos o circo que se formou. Tá na hora de mostrar nas mãos de quem tá o poder, e de cada um pegar sua fração.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; line-height: normal; font-family: verdana;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;Luíz Inácio falou, Luíz Inácio avisou: são 300 picaretas com anel de doutor.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="color: rgb(153, 153, 153); font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(153, 153, 153); font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Ao som de:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Do the Evolution - Pearl Jam&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9211776481449182612-1218577240732308411?l=bonesonyourbones.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/feeds/1218577240732308411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9211776481449182612&amp;postID=1218577240732308411&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/1218577240732308411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/1218577240732308411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/2011/05/ate-quando.html' title='Até quando?'/><author><name>A. Caroline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910188469578036544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AULup4AdoYo/TaMujJnNrTI/AAAAAAAAAUU/MGFFtBAUQpg/s220/perf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9211776481449182612.post-7454503038587565146</id><published>2010-10-21T15:46:00.000-07:00</published><updated>2011-03-28T09:58:25.993-07:00</updated><title type='text'>A Ditadura Vermelha e os Inimigos do Rei</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Bom Dilma é o caralho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou te contar uma história, mas ela passa longe dos contos de fadas... Era uma vez em um reino – nem tão – distante, chamado Sabaneta. O ano era 1954 e o mundo dava boas vindas a um bebê, filho de professores. Seu nome era Hugo Rafael. Hugo cresceu, criado pela avó paterna, e no ano de 1992, resolveu dar um fim a seu anonimato. Com a ajuda de 300 bravos cavaleiros, Hugo rebelou-se contra o Reino do temível rei Carlos Andrés que espalhava a inflação e o desemprego, e liderou uma fracassada tomada de poder. Fracassada? Eram o que pensavam as fracas mentes. Hugo era agora o principal personagem do reino. Em cinco anos, fundou a organização de mosqueteiros Movimiento V. República, e não foi preciso a ajuda de Dartanhan para que Hugo conseguisse o que queria. Sem espadas, Hugo conseguiu o primeiro passo: o reino deixava de ser reino. Por enquanto. A popularidade de Hugo crescia em exorbitantes números. E como não gostar? Hugo era do povo. Ele entendia suas súplicas. Em 2000, o coro de vozes era audível e a altos brados, exigiu: fica, Chavinho. Ele ficou. Aproveitando a onda de felicidade de todos e bem geral da nação, Hugo teve uma excelente idéia e a fez acontecer. A grande idéia era a criação de uma Constituinte que alegava: o mandato do presidente passava de cinco para seis anos, com direito à reeleição, e não havia mais Senado; o Congresso se resumia agora à Assembléia Nacional. A população, excitada, lhe deu logo 90% das cadeiras, e o novo órgão tratou de rapidamente calar a queixa da oposição. Ei, nós temos Chavinho, a oposição não sabe o que fala. Nenhuma reclamação foi suficiente, a voz popular falou mais alto. Hugo Chávez virou então o rei da Venezuela. E viveram felizes para sempre. Não, não viveram. Ele viveu. Porque contos de fadas &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;não existem&lt;/span&gt;. Fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Notou alguma semelhança?&lt;/span&gt; Não?&lt;br /&gt;Tudo bem, boa parte da população brasileira também não.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: center;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;img style="width: 356px; height: 88px; font-family: verdana;" alt="http://4.bp.blogspot.com/_dtxfh1LNnaY/TMDFznRL4VI/AAAAAAAAARw/zN-xetiXNNs/s1600/0,,21781035-EX,00.jpg" src="http://4.bp.blogspot.com/_dtxfh1LNnaY/TMDFznRL4VI/AAAAAAAAARw/zN-xetiXNNs/s1600/0,,21781035-EX,00.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);"&gt;Nota I: Primeiro texto de uma trilogia... de três.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);"&gt;Nota II: Pra quem sabe ler, um pingo é letra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9211776481449182612-7454503038587565146?l=bonesonyourbones.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/feeds/7454503038587565146/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9211776481449182612&amp;postID=7454503038587565146&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/7454503038587565146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/7454503038587565146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/2010/10/ditadura-vermelha-e-os-inimigos-do-rei.html' title='A Ditadura Vermelha e os Inimigos do Rei'/><author><name>A. Caroline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910188469578036544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AULup4AdoYo/TaMujJnNrTI/AAAAAAAAAUU/MGFFtBAUQpg/s220/perf.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_dtxfh1LNnaY/TMDFznRL4VI/AAAAAAAAARw/zN-xetiXNNs/s72-c/0,,21781035-EX,00.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9211776481449182612.post-725777796671844492</id><published>2010-06-26T09:24:00.000-07:00</published><updated>2011-03-28T09:54:24.874-07:00</updated><title type='text'>Cilada!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Há pouco tempo atrás - mentira, muito tempo, desde que a gripe A, B, C, tanto faz, resolveu &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;influenz&lt;/span&gt;iar &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;minha vida e me perseguir - eu, em uma de minhas muitas tarde livres resolvi ir ao cinema. Sabe como é, cinema é uma fácil escapatória quando a internet tá lenta demais e na TV tá passando Lagoa Azul pela milésima vez. Mas, como qualquer coisa na vida, o cinema pode ter seus inconvenientes. Na verdade, aquela foi a primeira vez a qual eu fui assistir um filme de comédia no cinema. E, analisando bem, o cinema pode ser um &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;inferno&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, por si só o cinema tem lá seus prós. A tela grande e sem nenhum possível rabisco - todo mundo tem na sua vida um pentelho que espera expandir sua veia Picasso na televisão dos outros -, a pipoca que não vai sujar louças da sua cozinha, o fato de que lá nenhum vizinho vai atrapalhar seu filme pra te pedir açúcar, sal, arroz, limão, seu varal, escova de dentes ou qualquer caralho a quatro, entre outros pontos positivos.&lt;br /&gt;Mas não se iluda, a ida ao cinema pode acabar se tornando uma verdadeira &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;cilada&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cilada 1: &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-size:85%;" &gt;NA FILA&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;É fato. Pra se dar bem no cinema você precisa chegar pelos menos uns 45 minutos antes da sessão. Isso quer dizer: você precisa se manter vivo lá dentro por 45 minutos. E, acredite, pode ser difícil. Ainda mais em um shopping. Shopping é uma daquelas coisas que mereciam ser estudadas a fundo. São todos os tipos e formas de humanos possíveis presos - juntos - dentro de uma construção de concreto. Chega a ser mágico.&lt;br /&gt;Conclusão: provavelmente serão 45 minutos analisando os diferentes tipos de criaturas que vão aparecer na fila.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(102, 102, 102); font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Estudando os diferentes tipos de freqüentadores de cinemas:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-size:85%;" &gt;I)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Abrasileirado:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; vulgos brasileiros. São os metidos a espertos, como bons filhos da puta dessa nação, que vão rodar a fila inteira procurando algum conhecido mais fdp ainda que esteja mais próximo da compra dos ingressos que ele, pra pedir um lugar na frente, assim, passando a perna no bom cidadão que mal come no almoço pra chegar a tempo pra sessão das duas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-size:85%;" &gt;II)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Maria do Bairro:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; os que fazem questão de contar que a tia da filha do primo da vizinha do 512 ficou grávida do motoboy da empresa do irmão da prima da mãe do tio da vizinha da casa ao lado em voz alta o bastante pro cara que vende pastel na banca do outro lado do salão escutar. É incrível, mas o cidadão brasileiro tem mais interesse em saber do primogênito do vizinho, do que pra que bolso do senado o dinheiro suado dele vai acabar parando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-size:85%;" &gt;III)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;X9:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; são os que já vieram na sessão anterior e fazem a questão de contar o filme. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;'Mas, cara, tu tem que ver a parte que o vilão enfia o serrote na barriga do cara e come as vísceras dele!'&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. Sinceramente? Eu acho que essas pessoas torcem pra que alguém, algum dia, se empolgue com a narração e contrate ele pra contar o filme ao invés de continuar na fila e ver o filme. Só pode.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-size:85%;" &gt;IV)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;X9 Plus:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; esse é a versão piorada do X9 convencional. Porque ele não só conta o filme, como reclama de toda e qualquer coisa. Do vilão, da arma do vilão, do jeito de matar do vilão, do jeito de correr do mocinho, da guria que namora com o mocinho, da piada do meio do filme... Sabe o famoso professor mal comido? Então, ele é o tipo mal comido dos cinemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-size:85%;" &gt;V)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Joselito:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; propositalmente o Joselito foi o último. Último e o pior dos tipos. Bom, provavelmente, se você parar pra ver, o Joselito vai ser quase sempre o moleque sem cérebro da sua sala de aula. O cara que senta na última carteira, em alguns casos tá sempre chapado e seu propósito vai ser sempre encher o saco. O Joselito vai no cinema com o objetivo, nada mais, nada menos, do que de torrar tua paciência. E isso começa desde a fila até o fim do filme. O Joselito é aquele cara que você jura que, se não fosse realmente civilizado, ia encher a cara de bolacha até não poder mais.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Bom, pode demorar, mas algum dia a fila vai acabar, e a tão esperada vez de comprar o ingresso chega.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Mas é aí que você se engana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Já ouviram falar do cartãozinho verde do cinema? Pois é, ele não é apenas uma lenda, ele existe. Pra quem não sabe, como eu não fazia a menor idéia que essa merda existia, o Cartão Movie Club, vulgo cartãozinho verde do cinema, é uma viadagem criada pra 'prestigiar a fidelidade do cliente'. Você compra o cartão e ganha mil e quinhentas vantagens. E uma delas é preferência na fila. Quer dizer, não importa se você fica duas horas na fila, passa fome, sede, frio, fica com dor nas pernas, se sente praticamente No Limite, o cartão verde vai foder com a tua vida, sem dó, nem piedade. É como se fosse um Abrasileirado com classe, um Abrasileirado da alta sociedade. Tu passa a perna nos outros, mas de um jeito menos descarado. A cena é a seguinte: você fica aqueles 45 minutos de praxe na fila, agüenta todos esses tipinhos, e quando você dá o primeiro passo... alguém simplesmente anda na tua frente e pede o ingresso. O pior de tudo, é que é de uma forma tão natural, que você fica na duvida se deve xingar ou não. Só fica lá, parado, com aquela cara de 'Que merda é essa?' olhando pro cara da frente comprando o ingresso dele. De verdade? Da vontade de chorar.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mas, algum dia, com ou sem cartão verde, você vai acabar comprando o ingresso. Tu pode até se arrepender depois, mas tu compra.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cilada 2: &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-size:85%;" &gt;A COMPRA DO INGRESSO&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Já notou que as atendentes do cinema são &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;quase sempre &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;a imagem em carne e osso do que tu imagina ser as do Atendimento ao Consumidor? Se tu juntar a voz das atendentes do Atendimento ao Consumidor com a aparência animada das do cinema, tu fica impressionado. Só falta o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;'Espere um momento. Tanãnãnãnã nãnã nãnã'&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. Parece até que, como elas tão ali vendendo o ingresso sem pode ver o filme, elas já decidiram, não importa o que elas tenham que fazer, elas vão fazer da tua vida um &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;inferno&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. Não importa como. Elas vão fazer com que tu lembre da cara de ódio e desprezo delas ao longo de todo o filme.&lt;br /&gt;Embora chegar na tua vez seja a parte mais difícil dessa trajetória, o ingresso em si não deixa por menos. O primeiro problema: o preço. Ok, não é nenhum absurdo, ninguém vende a alma pra conseguir comprar um ingresso nem nada. Mas, treze reais em um ingresso pra duas horas de filme? &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;São dez centavos por minuto!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; É como se o lanterninha viesse a cada 60 segundos com uma latinha pra você depositar sua moedinha lá. Dê mais valor às sua moedas douradas de dez centavos! Mas aí, eis que surge o milagre do meio ingresso. E surge também o segundo problema, interligado ele com as atendentes do Demo. A meia entrada, como todo bom freqüentador de cinemas sabe, é vendida para menores de 18 anos e estudantes. Aí que mora o problema.&lt;br /&gt;A atendente olha pra tua cara, mastigando aquele chiclete saudável de gengibre onde o cheiro, mesmo com o vidro, consegue passar pelos três únicos buracos dele e chegar em ti, te dando o primeiro sinal: '&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Corra&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.' Você o ignora. Grande erro. Na maior inocência tu pede meia entrada pra tal sessão. Dá pra sentir que nos olhos dela aquele fogo se alastrou e ela dá aquele meio sorriso 'Te peguei'. Ela olha pra ti com aquela expressão maligna e diz: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;'Carteira de identidade, por favor?'&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. Ah, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;merda&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. Eu e minha carteira de identidade não nos damos muito bem, sabe como é. Ela prefere ter uma vida independente. Se algum dia o Silvio Santos aparecer na minha frente e oferecer 20 milhões pra todo mundo que apresentar a carteira de identidade pra ele, eu definitivamente não seria uma milionária. Isso acontece. Mas, vamos ser sinceros, eu mal aparento ter 15 anos, imagina 18. Mas aquela mulher acordou destinada a te foder a vida. Não adianta dizer que o cachorro comeu, que tu foi assaltada, que a identidade caiu no rio enquanto tu salvava uma criança recém-nascida, nada. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;'Meia entrada só com apresentação da carteira, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;senhora&lt;/span&gt;.'&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; E tu vê na cara dela aquela satisfação crescendo. Enquanto isso, o que cresce é a tua falta de paciência.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cilada 3: &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-size:85%;" &gt;O FILME&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Você já passou pelas etapas mais difíceis. A fila, a compra, enfrentou a &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;atendente do Demo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. Agora chega a parte proveitosa. Ou a pior delas.&lt;br /&gt;Pense: na fila você ficou na presença de muitas pessoas indesejáveis, mas lá você podia correr quando desse na telha. Na sala de cinema você tá &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;preso&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. Você tem a saída de emergência e a saída por onde você entrou. Mas, depois de pagar 10 centavos por minuto, eu não sairia nem com incêndio. Só a sensação de estar preso lá dentro com aquele monte de gente estranha é &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;uma cilada&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(102, 102, 102); font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fatores de cilada dentro da sala de cinema:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-size:85%;" &gt;I)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Lugares:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; você já passou por tudo isso. Fica crente que só pode ser um teste, pra ver se você tá realmente com vontade de assistir o filme. Logo, a recompensa deve ser monstruosa. Certo? Não. A sala do cinema é uma coisa interessante. Os bons lugares ficam da nona fila pra cima. Só tem da sétima pra baixo? Se fodeu. Pegou lugar, pegou! Não pegou, gastou dez por minuto de bobeira. Existem pouquíssimas coisas que demonstram mais a cilada em que você se meteu ao resolver ir ao cinema tão desagradáveis quanto entrar são e sair bichado com torcicolo. Aquela coisa gigante parece que vai te engolir. Aquelas cores todas te deixam de uma forma que, Deus, lá tu perde a vontade de ter uma TV de plasma na minúscula sala de casa. Aquele som infernal, no final, parece que vai te acompanhar até em casa, zunindo na tua cabeça. Duas horas depois ainda da pra escutar o tema musical romântico do filme. Além do que, na frente, a probabilidade de se virar um alvo dos Joselitos é imensamente maior do que a dos que ficam atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-size:85%;" &gt;II)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Joselitos:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; não, o objetivo deles não é só ser desagradável na fila. O Joselito tem o incrível dom de conseguir ser inconveniente até dentro de uma sala escura. Toda sessão de cinema tem o Joselito que merece, e que trata o cinema como um espetáculo do Beto Carrero. Sendo ele, o próprio Faísca. O bom Joselito fala alto durante o filme, da gargalhadas exageradas em momentos impróprios, gasta - além dos 13 reais - sete e cinqüenta em uma pipoca a qual ele vai jogar nos outros, deixa o celular ligado, entre outras - muitas - coisas sem noção. O maior erro do Joselito não é ser chato, mas sim ter resolvido sair de casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-size:85%;" &gt;III) &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Banheiro:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; ta aí uma coisa realmente desesperadora. Em qualquer lugar. Existe alguma coisa pior do que ficar com vontade de bater um papo com o rei, no trono, e isso não ser, por qualquer motivo, possível? Essa não é uma ordem que vem de ti, é superior! É uma necessidade biológica, teu corpo te domina e não tem pra onde escapar. Logo, se você pagou 1&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;0 centavos por minuto&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, você espera aproveitar todos os minutos, mesmo estando na primeira fileira com dez Joselitos atrás de ti. Mas aí bate aquela vontade superior, teu cérebro começa a mandar uns sinais suspeitos, começa a falar com teus órgãos por debaixo do pano; tu começa a ficar agoniado até que a coisa fica realmente feia. Aí é que começa o momento realmente tenso. É o momento em que você começa a se contorcer. Cruza a perna uma, duas, vezes. Estica as pernas, respira fundo, mas logo cruza as duas pernas em cima da poltrona de novo. No instante que as pessoas começam a notar é a hora que não tem mais como levar adiante. Essa é a hora que você mais prefere ter ficado em casa, sujeito aos vizinhos, podendo dar aquele 'Pause' aliviador. Mas não, você tá ali. Tu dá aquela última olhada pra tela, o mocinho beija a mocinha, e aí tu levanta, estufa o peito e vai. Provavelmente, até chegar no corredor, desviando das pernas alheias, andando agachado e agüentando os olhares mal encarados, são mais dois minutos. Mas tudo bem, você finalmente sai. A primeira coisa que acontece quando se sai, é sentir a mesma sensação que provavelmente se sentiu quando nasceu. Aquela luz vem de uma maneira pra cima de ti, que dá pra se pensar que é a bomba atômica. Nosso olho não demora pra se acostumar ao escuro, logo, não demora pra se acostumar à luz. Você vai no banheiro, usa, sente aquele alívio que só esse momento nos oferece e sai. Você se sente uma nova pessoa. Tudo bem, entra na sessão com aquele sorriso de 'sabia cantou pra mim' e se senta. Aí você olha a tela. Nesse momento o mocinho está sendo espancado pela mocinha. E aí você se pergunta: 'Por que diabos eu levantei minha bunda daqui?'. Sabe o que é pior? É que na maioria das vezes, a Lei de Murphy faz questão de entrar em ação, e logo aquele momento - que você perdeu - era &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;O&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; momento do filme. E você não vai entender mais merda nenhuma depois daquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O banheiro tem seus dois ângulos. O primeiro é quando acontece contigo, o que já é uma baita cilada, mas o segundo ângulo consegue vencer o primeiro. Existe também a possibilidade de isso acontecer com o cara do lado. E se isso acontece com a enguia do lado, meu amigo, você arranjou um baita problema. Primeiro, o fato de ter uma pessoa se contorcendo do seu lado. O que já não é agradável. Depois, pessoas sem noção existem. E, surpreenda-se: eles freqüentam os mesmos lugares que você. Sim, ele vai virar e vai te fazer aquela tão temida e repugnante pergunta: '&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;O que aconteceu?'&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; E não tem sorriso amarelo que te salve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-size:85%;" &gt;IV)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Casais:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; que me desculpem os apaixonados, mas, existe alguma coisa mais broxante do que casal apaixonado no cinema? Talvez esse seja um fato de cilada mais desagradável que os lugares. E não, não é inveja, não é coisa de gente mal amada, não é ciúme, é um simples fato! Casais apaixonados naturalmente são chatos. Pelo menos nos primeiros dois meses, que é a fase de bem com a vida de um namoro, onde o casal perde totalmente o bom senso. Aqueles apelidos no diminutivo, beicinhos, carinhas fofas, falas prontas de filmes, agarramentos. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;Argh!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Nesses momentos a gente preferia ter um botão e apagar essas cenas da mente. Sim, casais no cinema são broxantes. E ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);font-size:85%;" &gt;IV)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Risadas:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; já ouviram falar que gosto é igual cu? Pois é, risada também. Cada um tem a sua e, como o cu, deveria guardar pra si. Isso é uma coisa que se particulariza, mas não só, a filmes de comédia. Cada um tem seu tempo pra entender piadas, seu próprio senso de humor, não da pra regularizar isso. Não é confortável agüentar, nem participar. Começa por risadas fora de hora. É ruim ser a pessoa que ri, tanto quanto ser a que escuta aquela risada solitária. E o mais importante: risadas são particulares! Cada um tem a sua. É constrangedor mostrar a sua, assim, pra quem nem se conhece.&lt;br /&gt;Por isso filmes de comédia não são bons lugares pra um primeiro encontro. Tudo muito bem, tudo muito certo. Até a hora que ele riu. Tu mal conhece ele, vai querer escutar essa risada pelo resto da vida?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:85%;" &gt;[ ] Ficar / [x] Fugir&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;É, amigo, não foi uma boa escolha.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Percebeu? O cinema pode acabar sendo a maior cilada do seu dia.&lt;br /&gt;Quer saber? Eu fico com Lagoa Azul e internet lenta mesmo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153); font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;_&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(153, 153, 153); font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ao som de: Nós Vamos Invadir Sua Praia - Ultraje a Rigor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nota: Originalmente postado em 17 de agosto de 2009.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9211776481449182612-725777796671844492?l=bonesonyourbones.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/feeds/725777796671844492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9211776481449182612&amp;postID=725777796671844492&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/725777796671844492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/725777796671844492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/2010/06/cilada.html' title='Cilada!'/><author><name>A. Caroline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910188469578036544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AULup4AdoYo/TaMujJnNrTI/AAAAAAAAAUU/MGFFtBAUQpg/s220/perf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9211776481449182612.post-5176835219158067236</id><published>2010-06-26T09:20:00.000-07:00</published><updated>2011-03-28T09:53:48.206-07:00</updated><title type='text'>Horizonte sem fim</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic; font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;Chuva: abundância; água que cai em gotas da atmosfera;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ela não caiu em gotas. E a água, pura, que despencou dos céus, não lavou a alma de quem a sentiu, levou, consigo, a sua esperança.&lt;br /&gt;Após uma semana onde o que castigava era a abundância do sol, os primeiros pingos com sabor adocicado caíram do céu, leves. Passou-se assim o primeiro dia; segundo, terceiro... passou-se o qüinquagésimo quarto dia, e a chuva, mártir do lavrador que mora no Nordeste, era aqui, o começo do apocalipse interno.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;Terra: parte sólida da superfície do globo;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;A terra não era mais sólida. A terra era lama. A cidade era lama. Uma cerâmica recém destruída, desmantelada, sendo aos poucos moldada por mãos invisíveis, formando um cenário frio.&lt;br /&gt;A cidade se assemelhava a olhos vazios sem expressão. Sem vida. Sem cor. A avalanche de terra não soterrou apenas o duro concreto das casas por onde passava, destruiu também a alma de quem a via se afastar. A atmosfera laranja, ensolarada, havia sido agora trocada por uma outra, sombria, silenciosa... melancólica. As nuvens ainda pairavam sobre a cidade, baixas e opressoras. Contemplávamos todos a mesma cena. Todos os olhos, de diferentes pensamentos e opiniões, agora compartilhavam juntos a mesma dor. A dor de quem não tinha mais pelo que lutar, ou por quem lutar. Dor de quem tentava achar em estranhos, a ânsia pela renovação.&lt;br /&gt;Seriam essas, conseqüências criadas por nós mesmos? Então a renovação seria contra quem? A triste realidade, é que o grande “Nemesis”, afinal, está dentro de nós.&lt;br /&gt;O Vale já não era mais um vale, era um horizonte sem fim, que, fazendo-nos voltar aos tempos antigos, nos faziam perguntar se depois de tudo aquilo, existia mesmo terra adiante. As noites eram escuras e silenciosas, e os dias, cinzas. Ao olhar de quem se acostumara a ver a cidade como campo de flores representado em seu brasão, ela se tornara quase um campo de guerra, a nova Guerra Fria, Natureza vrs. Humanidade.&lt;br /&gt;Despertou-se então a amarga volta à vida cotidiana, modificada, atroz. Com um agora lacerante aperto no coração todos nós lutaremos em função da volta. O trabalhador terá de ser mais eficaz, o desabrigado paciente, a sociedade mais unida. Talvez demore a passar o tempo necessário para termos novamente a boa e velha Blumenau, mas o tempo e  a energia que gastarmos, será, um dia, recompensada pela volta do sorriso ao rosto do blumenauense. Esperamos, enfim, que as sementes que plantarmos, reconstruam nosso campo de flores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);font-size:85%;" &gt;_&lt;br /&gt;Nota: Texto em homenagem aos desastres de novembro de 2008.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9211776481449182612-5176835219158067236?l=bonesonyourbones.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/feeds/5176835219158067236/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9211776481449182612&amp;postID=5176835219158067236&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/5176835219158067236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/5176835219158067236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/2010/06/horizonte-sem-fim.html' title='Horizonte sem fim'/><author><name>A. Caroline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910188469578036544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AULup4AdoYo/TaMujJnNrTI/AAAAAAAAAUU/MGFFtBAUQpg/s220/perf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9211776481449182612.post-4870066835268386352</id><published>2010-06-26T09:16:00.000-07:00</published><updated>2011-03-28T09:53:25.978-07:00</updated><title type='text'>Desacordo ortográfico</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ok, quem foi o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;porra&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; que teve a incrível &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;ideia &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;de melecar a Língua Portuguesa? Parabéns, campeão. Sinceramente, eu mal me entendo com as pessoas daqui, o que te fez pensar que eu gostaria de bater um papo cabeça com a galera legal do Timor Leste? A Língua Portuguesa já é uma das mais difíceis de serem entendidas e estudadas e vem esse otário e dificulta mais. Aliás, o problema nem esse foi! Mudar o que precisava ninguém mudou, já que eu ainda tenho que estudar crase todas as terças e quartas. Me diz, pra que &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;caralhos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;existe &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;crase&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;? Aquela cópia demente de acento agudo. Minha vida não mudaria se a crase fosse - delicadamente - dinamitada e barrada da Língua Portuguesa. Agora, me diz, pra quê tirar o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;hífem&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;? Aquele tracinho fofo? E, porra, por que aboliram o acento agudo em &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;paróxitonas com ditongos abertos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;? Que merda é um ditongo aberto? Ninguém escreve notando os ditongos abertos! E meu vestibular como fica? Ah, fico infinitamente agradecida! Investir na minha educação pra eu aprender o novo acordo ortográfico que é bom, ninguém investe, né? E aliás, quem vai ensinar o acordo pra quem não estuda mais? O Batman? O Luciano Huck? Quero ver se quisessem fazer um novo acordo ortográfico Inglês! O que ia rolar de bomba atravessando o oceano Atlântico...&lt;br /&gt;Digo e repito: essa foi a ideia mais ridícula que já tiveram nesse país. Pensar em soluções pros problemas econômicos (vulgo problemas de honestidade) ninguém pensa! Agora, pra &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;foder &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;a vida do cidadão, tá cheio de voluntário!&lt;br /&gt;Então, quer saber? Eu continuo escrevendo meus "id&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;é&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ias" e meus &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;acentos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;em paróxitonas com ditongos abertos, virem-se! Vocês que são ortograficamente renovados que se entendam. Eu estou bem como estou.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153); font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;_&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);font-size:85%;" &gt;Ao som de: Welcome to the Jungle - Guns N' Roses&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153); font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;Nota: Originalmente postado em 19 de junho de 2009.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9211776481449182612-4870066835268386352?l=bonesonyourbones.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/feeds/4870066835268386352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9211776481449182612&amp;postID=4870066835268386352&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/4870066835268386352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/4870066835268386352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/2010/06/desacordo-ortografico.html' title='Desacordo ortográfico'/><author><name>A. Caroline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910188469578036544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AULup4AdoYo/TaMujJnNrTI/AAAAAAAAAUU/MGFFtBAUQpg/s220/perf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9211776481449182612.post-1806448686400345505</id><published>2010-06-26T09:12:00.000-07:00</published><updated>2011-03-28T09:53:12.100-07:00</updated><title type='text'>Mood Indigo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O sol resvalava a linha do horizonte que passava por dentre as cortinas cor de oliva. O vento que cortava sua imagem levava para longe o pútrido. O cheiro pestífero de culpa emanava dele, e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;para &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ele. As olheiras em que se baseavam seus olhos artificialmente convidativos, refletia a insônia da noite que se passava lentamente. E de todas as outras em que passara em branco. Ou em preto. Ele era pálido. Sua aparência era leve, mas de sua alma provinha uma beleza dura, talhada em pedra rasa. Rasa. Da velha vitrola postada abaixo da janela o som saía alto o bastante para inundar o quarto de hotel barato com sua rima. As notas saíam falhadas. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(153, 153, 153);font-size:85%;" &gt;I&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(153, 153, 153);font-size:85%;" &gt;'m so lonesome I could cry.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; O disco girava hipnotizante, e ele sentia vontade de dialogar com o que acompanhava-as, contestá-las. Ele queria dançá-las, formar passos com a brisa. Ele queria brindar. Ele queria poder. Ele queria coisas demais. Ele não tinha força para nenhuma delas. Havia chegado ao fundo, ao fundo mais fundo que seria possível cavar. Ele se conformava. As forças que lhe restavam não o possibilitavam recusar-se a aceitá-las. Ele mal conseguia manter seus olhos abertos com a energia que lhe restava. A morte não lhe parecia tão ruim, vista de quem já viveu. Em pouco tempo a Morte lhe daria a mão e o levaria para longe, longe o bastante. A Morte o olharia nos olhos e contaria a ele a história da vida. E ele as escutaria atento, como uma criança. Era seu desejo. Seu mais íntimo desejo. E a música ainda ressoava &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(153, 153, 153);font-size:85%;" &gt;I'm just a soul who's bluer...&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; quando seu coração congelou definitivamente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Ao som de: Frank Sinatra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Nota: Originalmente postado em 12 de abril de 2009.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9211776481449182612-1806448686400345505?l=bonesonyourbones.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/feeds/1806448686400345505/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9211776481449182612&amp;postID=1806448686400345505&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/1806448686400345505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/1806448686400345505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/2010/06/o-sol-resvalava-linha-do-horizonte-que.html' title='Mood Indigo'/><author><name>A. Caroline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910188469578036544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AULup4AdoYo/TaMujJnNrTI/AAAAAAAAAUU/MGFFtBAUQpg/s220/perf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9211776481449182612.post-8907815580140732755</id><published>2010-06-26T09:07:00.000-07:00</published><updated>2011-03-28T09:52:55.909-07:00</updated><title type='text'>Sincronizando-nos, um a um</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Não gosto&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; de surpresas. Gosto do que é constante, do que é repetende, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;sincronizado&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, exato. Gosto da rotina, do sempre, do '&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;de novo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;', do '&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;repeat&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;' do meu rádio surrado onde escuto as &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;mesmas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; músicas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;velhas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;sempre&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. Gosto do lápis de cor que tem força para durar quatro anos seguidos e ainda deixar marcas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;permanentes &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;que nem uma borracha &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;inacabável &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;apaga. Gosto do que é remendado, gasto, usado, conhecido. Não gosto de mudança. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;Mudança &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;é uma palavra nova, e eu não gosto do novo. Gosto da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;nostalgia &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;do velho, da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;poesia &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;do antigo. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Do ser&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. Porque o ser é &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;eterno&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, ele &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;é&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, e o que é, não deixa de ser. Gosto da experiência, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;contínua&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Realmente &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;não gosto de surpresas, embora grande parte dos seres humanos seja formado por elas, complementados por uma pitada de egocentrismo e egoísmo. Deve ser por isso que não gosto dos humanos. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;Nunca gostei.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153); font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;_&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);font-size:85%;" &gt;Ao som de: Psycho - The Sonics&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153); font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;Nota I: Originalmente postado em 29 de março de 2009.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9211776481449182612-8907815580140732755?l=bonesonyourbones.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/feeds/8907815580140732755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9211776481449182612&amp;postID=8907815580140732755&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/8907815580140732755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/8907815580140732755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/2010/06/sincronizando-nos-um-um.html' title='Sincronizando-nos, um a um'/><author><name>A. Caroline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910188469578036544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AULup4AdoYo/TaMujJnNrTI/AAAAAAAAAUU/MGFFtBAUQpg/s220/perf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9211776481449182612.post-8729588453100717826</id><published>2010-06-26T09:02:00.000-07:00</published><updated>2011-03-28T09:52:36.236-07:00</updated><title type='text'>Tese da fé (des)humana</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);font-size:85%;" &gt;Fato 1&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;: Nós morremos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);font-size:85%;" &gt;Fato 2&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;: A vida é cansativa, dura, e trabalhosa, e só então, nós morremos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);font-size:85%;" &gt;Fato 3&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;: Acredito que 80% da população vive na espera da, até então incontestável, pós-vida.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);font-size:85%;" &gt;Fato 4&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;: Desses 80%, ainda por minha visão, 1,1% já supôs que talvez, esse mundo paralelo cheio de arco-íris e fadas, não exista.&lt;br /&gt;Embora esse 1,1% não tenha pensado a respeito por mais de um minuto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Tudo a troco de quê?&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Enfim, a teoria básica da minha tese sobre a fé &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 192, 192);font-size:85%;" &gt;des&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;humana é que os seres humanos precisam de uma imagem – enganosa ou não – em quem terem fé. Todos os seres racionais – nem sempre pensantes – têm pavor de não terem em quem depositar sua confiança, além de uma profunda angústia de levarem a culpa pelos objetivos não concluídos. Embora, eles mesmos não tenham a menor fé em si mesmos. O pensamento de um ser maior, potente, imortal e incontestável, oferece garantia, a confiança de que qualquer erro, então, é um acerto.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Será que a sociedade realmente evoluiu, ou será que a única mudança desde a Idade das Trevas foi a implantação do capitalismo? A igreja, mesmo com o aumento de hereges, continua sendo a – não mais única – incontestável fonte da verdade e merecedora de confiança.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Após um longo e cansativo dia, em meio a um turbilhão de pensamentos que invade minha cabeça periodicamente, me peguei pensando a respeito disso. Qual o significado da existência? As coisas não podem ser tão simples, nem tão banais. São três teorias básicas que todos os mortais já ouviram pelo menos uma vez na vida:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Primeira teoria: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;nós nascemos, nos reproduzimos e morremos. Um ciclo cansativo e sem nexo. Conservamos uma espécie para que daqui a poucos anos ela conserve a dela, e assim repetidamente até que algo aconteça. Infelizmente, o algo nunca aconteceu, então, não fazemos a menor idéia se o ciclo algum dia parará. O que nos leva à segunda teoria: a vida eterna. Que nos faz fantasiar a famosa cena do senhor de barba branca sentado dentro de uma guarita solidificada nas nuvens, controlando a abertura de um portão cor de bronze que nos levará ou a atmosfera branca e pura que se imagina ser o céu, ou ao mundo temidamente vermelho e quente, o inferno. De qualquer forma, ainda existe uma terceira, e mais aclamada: a ressurreição. Mas como já foi dito, não pode ser tão simples. Quando uma pessoa se cansa da vida, ela simplesmente dá um restart e começa do zero?&lt;br /&gt;A maioria das pessoas &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);font-size:85%;" &gt;(vulgo eu)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; vive um incrível dilema entre o ‘viva como se fosse morrer amanhã’, e o termo ‘reencarnação’. Se há uma reencarnação, por que diabos viver como se a vida fosse única? Aproveitemos então os detalhes que a vida nos da direito, degustemos-la, sem pressa, sem pressão. Sem impulsividade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"O que importa afinal, viver ou saber que se está vivendo?"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;Clarice Lispector.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Ao som de: Fake Plastic Tree - Radiohead&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Nota I: O texto foge totalmente do meu normal, e eu gostei de escrever algo 'novo'. Mas odiei parecer meu professor de Filosofia. ¬¬&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153); font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;Nota II: O texto apenas se refere a uma opinião pessoal.&lt;br /&gt;Nota III: Texto originalmente postado em 28 de Março de 2009.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9211776481449182612-8729588453100717826?l=bonesonyourbones.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/feeds/8729588453100717826/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9211776481449182612&amp;postID=8729588453100717826&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/8729588453100717826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/8729588453100717826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/2010/06/fato-1-nos-morremos.html' title='Tese da fé (des)humana'/><author><name>A. Caroline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910188469578036544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AULup4AdoYo/TaMujJnNrTI/AAAAAAAAAUU/MGFFtBAUQpg/s220/perf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9211776481449182612.post-8348632669388997422</id><published>2010-06-26T08:57:00.000-07:00</published><updated>2011-03-28T09:52:02.333-07:00</updated><title type='text'>Cinzento</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A quilômetros das alegres e abundantes praias da zona rica do Rio de Janeiro, o sol já havia se posto há muito tempo nas ruas sombrias da periferia. Dos dez postes de iluminação, três já haviam desistido de tornar a rua um pouco menos nebulosa, e cinco ficavam apagando e acendendo. As noites, em sua maioria, eram banhadas por vigílias de helicópteros que sobrevoavam a região de tempos em tempos, o que não a deixava ser totalmente escura, nem clara o bastante para ser considerada menos assustadora. Numa cidade considerada ensolarada, aquela região era cinza.&lt;br /&gt;O carro antigo de aparência velha, (mal) estacionado quase sobre a calçada parecia estar estagnado ali havia muito tempo. Seus pneus, nunca trocados e gastos pelo tempo, roçavam suaves o meio-fio, ocupando quase toda a passagem da rua. O silêncio absoluto da ruela fazia da cena, uma fotografia perfeita de filme. Perfeita, até que o som estridente da buzina rompeu de dentro do carro. - Droga. - Disse o condutor, enquanto voltava do sonho à realidade, sentindo o café - até então firmemente seguro em suas mãos - penetrar o tecido do banco.&lt;br /&gt;"Maldito emprego. Maldita hora." Esfregou seus olhos enquanto olhava o relógio analógico pregado no painel escuro do carro. 1h33 da manhã. Maldito tudo. Seus olhos, por instinto se fecharam novamente. Dessa vez foi o walk-talk preso à sua cintura que o fez acordar com o barulho de estática. - O que foi, Willy? - sua voz áspera irrompeu a escuridão. Ia muito de acordo com sua aparência, áspera. Coçou sua barba por fazer. Que, pelo menos dessa vez, não fosse alarme falso, queira, Deus. - Eu não demoraria se fosse você. Parece que dessa vez vai ser das boas. - Um sorriso, que mais parecia uma careta de dor, inundou suas feições duras e frias, e sua mão se agarrou à chave de ignição. O rugido do carro cortou o vento, e as marcas da aceleração tatuaram o chão da rua. Não demorou até que chegasse ao ponto da confusão. Não que ele conhecesse a região, na verdade, nunca passara de um restaurante italiano que havia no início da zona sul. Um restaurante mais caro do que usualmente poderia pagar, em geral. Mas não era difícil descobrir onde deveria ir. A confusão se alastrava até o final da rua, e o sorriso macabro ainda não havia suavizado em sua expressão quando o carro parou do outro lado da rua, de frente a uma boate. A música alta penetrava seus tímpanos, acostumados até então com o silêncio absoluto. Mas não era a música que chamava - e prendia - a atenção das pessoas na rua. O emaranhado de corpos que se postava no meio da rua principal "dançava" uma espécie de coreografia diferente, brutal, quase um ato folclórico, se não houvesse sangue envolvido. Sangue. Só o pensamento o fez se arrepiar. Não era a parte que ele mais gostava. Os integrantes que compunham a cena eram distintos. Como se fossem dois grupos formados com antecedência para uma rodada de luta livre. Na prática, aparentava ser uma luta livre... no meio da rua, sem regras e que não cessaria até ter pelo menos uma daquelas cartas fora do baralho. Fácil assim, como se fosse um jogo. Os olhos fascinados de repórter de meia idade foram desviados assim que um impacto no capô fez o carro dar um solavanco. O mais assustador ainda foi o rugido feroz, quase animal, vindo do espectro que havia sido arremessado contra o carro. Ele agora se levantava, enfurecido demais para reparar outra coisa em sua volta. Seus músculos do braço, flexionados, agora se endureciam por baixo da sua camisa rasgada. Sua jugular pulsava a olhos nus. Sem consequências, ele se atirou em direção ao agressor, batendo com sua cabeça, na cabeça do outro. Não demorou até o sangue pulsar, vívido, do talho na cabeça do menino. Ele não aparentava dor. A dor se transformava automaticamente em mais ódio. Garotos como aquele não podiam se dar ao luxo da dor. A dor é pra quem tem direito de senti-la. Não era o seu caso. As coisas aconteceriam como um ciclo, até que alguém se cansasse e desistisse de vez. Desistir, naquele caso, não significava a bandeira branca, ou uma trégua. A desistência, nessa região do mundo, significava a morte.&lt;br /&gt;O coração do repórter, que agora já estava colado ao vidro embaçado, batia ao ritmo dos socos e pontapés da cena. Uns metros à frente do incidente da cabeçada, outros garotos do mesmo tamanho se debatiam, e se batiam com uma força incrível. Os pingos de sangue já eram tão comuns quanto as gotas de chuva que caíam agora, adocicadas, lavando a rua manchada de vermelho. Os combatentes da guerra privada já não tinham mais forças para se erguer, muito menos para continuar a briga. Mas mesmo assim, nenhum deles baixava a guarda. Mesmo entre todos os gritos ferozes, a música alta e todos os outros uivos, o som mais angustiante foi o baque seco de um corpo inerte, sem vida, batendo contra a pedra fria. Na cidade do Cristo, esperto, afinal, era quem não deixava o julgamento nas mãos Dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);font-size:85%;" &gt;-&lt;br /&gt;Nota: Originalmente postado em 27 de março de 2009.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9211776481449182612-8348632669388997422?l=bonesonyourbones.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/feeds/8348632669388997422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9211776481449182612&amp;postID=8348632669388997422&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/8348632669388997422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/8348632669388997422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/2010/06/cinzento.html' title='Cinzento'/><author><name>A. Caroline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910188469578036544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AULup4AdoYo/TaMujJnNrTI/AAAAAAAAAUU/MGFFtBAUQpg/s220/perf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9211776481449182612.post-8228064786413812598</id><published>2010-06-26T08:49:00.000-07:00</published><updated>2011-03-28T09:51:42.318-07:00</updated><title type='text'>As rosas murcharam e os jardins morreram</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O sol caía no momento em que eu andava. Ele caía e eu andava. Como havia andado há tanto tempo, era o que mostravam os pés calejados. O espectro de luz infinitamente branca se postava na penumbra, mas eu o via. Eu me esquivava, e ele corria. Me virava e ele fugia. Dos seus olhos escorria frustração, e ela corria até o final da face, deixando um rastro de sangue. Deus estava agora no céu Dele, no céu coberto pela nuvem cinza empoeirada, fatídica. Dos seus olhos malogrados também escorriam lágrimas ácidas, que vinham para mim. Me tocavam, e me queimavam. Marcavam meu sestro semblante que deslizava pela faixa de poeira marfim arroxeada. Deixa correr o marfim! As Columbinas cantavam seu cântico poetado, apagando o fogo, chocoalhando-se, abordoando-me. Enquanto elas recitavam seu hino de apologia aos céus de mil brilhos, o Sol continuava a se pôr no infinito dos mortos. O Sol as deixava desamparadas, e elas continuavam gritando por acolhimento. Àvé! Àvé solaris! As rosas murcharam quando o Sol morreu, deixando um vácuo escuro sem fim. O Sol havia desistido, desistido de mim, deixando-me no abismo dos vivos. Quando ele se foi, eu finalmente parei. Parei e me sentei. E chorei. Eu chorei quando o Sol se foi.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153); font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;_&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center; font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);font-size:85%;" &gt;Ao som de: Hard To Explain - The Strokes;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153); font-family: verdana;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;Nota I: Àvé - Salve; Solaris - Sol; (Latim)&lt;br /&gt;Nota II: Frustrantemente sem muita inspiração.&lt;br /&gt;Nota III: Originalmente postado em 16 de maio de 2009.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana;font-family:Verdana;font-size:85%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9211776481449182612-8228064786413812598?l=bonesonyourbones.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/feeds/8228064786413812598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9211776481449182612&amp;postID=8228064786413812598&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/8228064786413812598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/8228064786413812598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/2010/06/as-rosas-murcharam-e-os-jardins.html' title='As rosas murcharam e os jardins morreram'/><author><name>A. Caroline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910188469578036544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AULup4AdoYo/TaMujJnNrTI/AAAAAAAAAUU/MGFFtBAUQpg/s220/perf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9211776481449182612.post-535863902601394334</id><published>2010-06-25T12:40:00.001-07:00</published><updated>2011-03-28T09:51:22.461-07:00</updated><title type='text'>Nem tudo que reluz, é Cullen</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: verdana;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CUsers%5Cusuario%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:Calibri; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-language:EN-US;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Crepusculite, Cullenismo e Perda de Cultura&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Todos sabemos os ingredientes básicos de um best-seller juvenil. Mocinhos deprimidos, amores impossíveis, nada de ‘sexo, droga e rock’n’roll’, uma pitada de imaginação pró síndrome de Peter Pan e muita, muita lábia. Pegue os elementos, misture e - vouillá -você terá a saga Twilight, o best-seller mais aclamado entre as jovens – ou não tão jovens assim – adolescentes que sofrem surtos de histeria a cada lançamento e defendem, esquivas e cegamente devotas, sua pré-religião: o cullenismo.&lt;br /&gt;Antes de tudo, existem três coisas que você deve saber sobre Crepúsculo: 1) ame ou odeie, eles são populares. Muito populares. Querendo ou não, mais pessoas leram Crepúsculo que qualquer outro livro clássico sobre o assunto. 2) Os livros não são tão bons. A má recepção da crítica sobre Crepúsculo não se deve apenas aos defensores da cultura clássica que tem como líderes grandes escritores e gênios como Bram Stoker e Anne Rice, mas sim, pela obra chula e sem conteúdo a qual se caracteriza o livro. Twilight é um romance água com açúcar, descompensado e clichê, uma história típica e sem surpresas que mexe com os hormônios da maioria avassaladora de adolescentes atuais. 3) VSNN - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" &gt;Vampiros? Só no nome.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Os vampiros de Stephenie Meyer não tem caninos alongados, não queimam, mas brilham, ao sol, usam alho como tempero em suas saladas vegetarianas, tomam suco de groselha e penteiam seus hidratados e estiloso cabelos no espelho, onde refletem.&lt;br /&gt;Várias críticas merecem ter seu lugar gravado aqui, comecemos então, pelo início de tudo: a autora. Stephenie Meyer, a sortuda escritora estadounidense que acertou na dose e se tornou uma das mais ricas mulheres após sua obra – não tão prima - vender mais de 100 milhões de cópias ao redor do mundo, com traduções em 37 línguas diferentes, para 50 países, uma verdadeira febre mundo afora. Em seu site, Stephenie fez a seguinte declaração: “&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;Eu acordei naquele 2 de junho de um sonho muito nítido. Em meu sonho, duas pessoas tinham uma conversa intensa numa campina no bosque. Uma das pessoas era uma menina comum. A outra era incrivelmente bonita, faiscava e era um vampiro. Eles discutiam as dificuldades inerentes aos fatos de que: a) eles estavam apaixonados um pelo outro; e b) o vampiro sentia-se particularmente atraído pelo cheiro do sangue da menina e tinha dificuldades para se conter e não matá-la imediatamente.”&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Teria ela tido, em 2003, um sonho mais real do que parece? Em 1991, a também estadounidense Lisa Jane Smith lançava seu primeiro livro sobre vampiros: Diários do Vampiro. Sua trama, que, adivinhe, trazia uma garota sonsa-indefesa e um vampiro muso-bonzinho, se desenrolava em volta da paixão da garota inocente pelo vampiro do bem, que tinha o dilacerante medo de machucá-la. O mundo, que pouco foi abalado com os livros não famosos e pouco divulgados mundialmente de 1991, se baseou, em 2003, na idéia de que “toda semelhança é mera coincidência”. Mas resta a pergunta: o que Stephenie Meyer, a escritora de vampiros que orgulhosamente admite sentir nojo dos ditos cujos, lia antes de dormir no dia 2 de junho de 2003?&lt;br /&gt;Mas este, porem, não é o fato realmente importante a ser alardeado sobre Twilight, mas sim, a nova doença mental que o livro trouxe aos mais fracos de idéia: a Crepusculite, ou Eduardos Brilhantinus. Alguém me avise se eu tiver deixado escapar alguma coisa, mas, num livro sobre vampiros, onde estão os sugadores de sangue? E este, este sim foi o maior erro da Srta. Stephenie Cullen. Com a tão reconhecida e crescente falta de cultura dos jovens da juventude clichê que esbanja ignorância, ela apagou, de quem bateu na porta do mundo literário ao começar a ler sua história, toda e qualquer cultura real sobre o assunto que seu livro aborda. Levante a mão e atire a primeira pedra quem, após ler Crepúsculo e sua gangue de vampiros fajutos, reconhecer por suas características Lilith, a primeira lenda vampirica conhecida, criada para ser esposa de Adão, segundo as culturas sumérias e mesopotâmicas. Mas não precisamos ir tão longe. Atire então, quem reconhecer Lestat de Lioncourt, o vampiro criado por Anne Rice na sua obra verdadeiramente prima chamada Entrevista com o Vampiro, ou o genial Conde Drácula, do mais genial ainda Bram Stoker, de 1897. Os existentes ou ficcionais vampiros reviram-se agora em seus, sim, portador do vírus da Crepuscilite, CAIXÕES, após terem que abrir espaço de suas gloriosas lendas para pseudo-vampiros, dramáticos, que brilham ao sol como num desfile de carnaval, saem em fotos, tem sombra, reflexo, levam crucifixos pendurados no peito, passam por água corrente e estacas de madeira ferem seus sentimentos, mas não os matam. Sim, Edward Cullen, Lestat te despreza, e boa parte da humanidade que cultua a memória de uma lenda e de uma cultura, também.&lt;br /&gt;Por fim, advogo então que a série nada mais é do que uma fanfiction de internet mal escrita. Em termos literários e culturais é sofrível, a história é clichê, repetitiva, com rasgos imaginários batidos a martelo e idéias deformadas que existem com o propósito de facilitar. Claro que os vampiros brilham; não andar no sol não tem nada de romântico, e se os vampiros não brilharem, não conseguiriam encher 30 linhas com adjetivos para descrevê-lo.&lt;br /&gt;Fique atento ao &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;Eduardos Brilhantinus&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; , os sintomas são: cegueira, mau-humor, falta de consciência, perda de massa cinzenta e alucinações… Mas existe cura, desde que você já não tenha chegado ao estágio da surdez. Mas, veja pelo lado positivo, pelo menos ela não te levara a perda de sangue.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);font-size:85%;" &gt;Ao som de: Geração Coca-Cola - Legião Urbana.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9211776481449182612-535863902601394334?l=bonesonyourbones.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/feeds/535863902601394334/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9211776481449182612&amp;postID=535863902601394334&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/535863902601394334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/535863902601394334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/2010/06/nem-tudo-que-reluz-e-cullen.html' title='Nem tudo que reluz, é Cullen'/><author><name>A. Caroline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910188469578036544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AULup4AdoYo/TaMujJnNrTI/AAAAAAAAAUU/MGFFtBAUQpg/s220/perf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9211776481449182612.post-437765314056409260</id><published>2010-03-10T14:08:00.001-08:00</published><updated>2010-03-10T14:46:40.998-08:00</updated><title type='text'>Barbárie tecnológica</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Bom, depois de um consentimento da minha falta de noção, que me faz ter idéias mirabolantes todas as horas, embora nenhuma delas dê algum resultado, resolvi que vou postar no Blog freqüentemente – diga-se todo dia – embora ninguém vá acreditar nisso, porque eu realmente pareço uma alcoólatra e sempre  digo a mesma coisa, semana após semana, e nunca cumpro porra nenhuma. Acho que vou me candidatar a vereadora. Enfim, postarei assim todos os pensamentos da minha mente desconexa e sem escrúpulos, uma vez que postar alguma coisa decente todos os dias tirara meu tempo e minha animação, a qual já anda cabisbaixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nota 1 do dia:&lt;/span&gt; eletroeletrônicos me odeiam. De verdade. Eu não sei se nasci com alguma carga elétrica, tipo naqueles filmes que as pessoas levam choques e depois conseguem ligar a tomada da torradeira no nariz, só que com um efeito reverso, mas algo no meu DNA não tá certo em relação a isso. Acredito que no meio dos meus cromossomos ta criptografado alguma coisa como: “Estritamente proibida a utilização de eletroeletrônicos no estabelecimento.”&lt;br /&gt;Juro, to muito puta. Mas puta mesmo. Eu podia dar um chute em alguém. Pouco tempo atrás, o carregador de bateria do meu notebook, numa revolta da Chibata eletrônica, resolveu que não queria mais aquela vida. E então, numa última lufada de carga, desligou. E esse foi só o começo de uma longa e dura jornada de desventuras tecnológicas. A tecnologia não gosta de mim. Depois disso, o carregador universal – a solução pro mesmo puto problema – quebrou. Sim, ela quebrou, e só funcionava nas tentativas mais bizarras e escrotas, tipo colocando as pernas por cima dos livros da escrivaninha. Parecia que o plano era realmente vingança. Depois de algumas semanas, eu realmente achei que aquela maré de azar eletrônico tinha se jogado ao relento. Bom, ela não tinha. O que me deixou mais puta, porque, porra, custa então quebrar essa merda toda ao mesmo tempo? Me poupa sofrimento. De verdade, Placa Mãe, se você tiver lendo isso, só peço que acabe com o sofrimento. Enfim, algumas semanas depois do episódio da bateria esdrúxula que quebrou em menos de uma semana, eu resolvi que queria uma guitarra... de Guitar Hero. O que é muito nerd. Porque se fosse uma guitarra, até seria entendível. Sabe, sair, fazer aula, socializar. Mas não, eu queria uma guitarra pra jogar sozinha. Enfim, após o presente comprado, eu me dei conta que não tinha o CD. Comprei o pirata no camelô, porque o preço de um original é abominavelmente caro, o que não se faz entendível, porque eu realmente não entendo o que, por esse preço, existe nesse CD. Alguma mensagem subliminar da CIA, um curso secreto criptografado ou algo do gênero? Comprei o CD e fui pra casa testar. A instalação durou meia hora e, após concluída, dava mensagem de erro por insuficiência de sistema. De verdade? Meu sistema consegue ser tão, ou mais, incompetente do que eu. Depois disso, resolvi então que precisava de um vídeo-game. Comprei. E ai o que aconteceu? Ele não roda nenhum CD.&lt;br /&gt;Sem o jogo, eu precisei de alguma coisa pra me distrair. Assisti todos os episódios da segunda temporada de Prison Break, todos os de Supernatural, todos os de Café com Aroma de Mu... não. Enfim, gastei todo meu tempo escasso com idiotices e futilidades. Até que, ao mesmo tempo, num ataque ciborgue da Lady Murphy, vi o episódio errado de Prison Break, onde ele dava o resumo de toda a temporada a qual iria começar a ver, ou seja, estraguei totalmente o caralho da série e, simultaneamente, a lâmpada de LCD do meu notebook queimou e ele ficou inelegível.&lt;br /&gt;Agora eu me pergunto: existe algum Santo da Tecnologia o qual eu ofendi? De verdade, São Miguelsoft e Santo Antosony não sintam-se ofendidos pelas barbáries de uma reles mortal. Só faço um simples apelo: DEVOLVA MINHA DIGNIDADE ELETRÔNICA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao som de: Lady Gag... não. Good Times Bad Times – Led Zeppelin.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9211776481449182612-437765314056409260?l=bonesonyourbones.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/feeds/437765314056409260/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9211776481449182612&amp;postID=437765314056409260&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/437765314056409260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/437765314056409260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/2010/03/bom-depois-de-um-consentimento-da-minha.html' title='Barbárie tecnológica'/><author><name>A. Caroline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910188469578036544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AULup4AdoYo/TaMujJnNrTI/AAAAAAAAAUU/MGFFtBAUQpg/s220/perf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9211776481449182612.post-1920761120216232428</id><published>2010-02-22T13:36:00.001-08:00</published><updated>2010-02-22T13:58:07.056-08:00</updated><title type='text'>Vie d'avant.</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Bom, as férias acabaram, a vida de escravidão do Ensino Médio voltou e espero que o hiato criativo tenha ido embora com o sol e a praia. Prometo posts toda semana... se eu for eleita! Inclusive &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;o romance NÃO-Bella&amp;amp;EdwardPurpurina da Bianca, antes que ela tenha um surto psicótico. Mas se eu não postar, bom, reclamem com os professores de Física e Matemática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="result_box" class="short_text"  style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="background-color: rgb(255, 255, 255);" title="Até breve, muito breve."&gt;Vous voir bientôt, très bientôt.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9211776481449182612-1920761120216232428?l=bonesonyourbones.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/feeds/1920761120216232428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9211776481449182612&amp;postID=1920761120216232428&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/1920761120216232428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9211776481449182612/posts/default/1920761120216232428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://bonesonyourbones.blogspot.com/2010/02/blog-sendo-reformulado-aos-poucos.html' title='Vie d&apos;avant.'/><author><name>A. Caroline</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910188469578036544</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-AULup4AdoYo/TaMujJnNrTI/AAAAAAAAAUU/MGFFtBAUQpg/s220/perf.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
